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Foto do escritorLucas Brandão

Captação de órgãos em Volta Redonda ajuda a salvar mais três vidas

Doação de rins e fígado no Hospital São João Batista foi feita por médicos do Programa Estadual de Transplantes; córneas e escleras também vão beneficiar outras quatro pessoas



etapas: a primeira é identificar o paciente com uma possível morte encefálica; a segunda é a realização de exames clínicos e complementares para a confirmação desta morte encefálica. E por último, a abordagem familiar, buscando a conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos.

 

“Cada doador pode salvar até oito vidas. A gente considera isso como uma continuidade da vida. Quando você tem uma pessoa, um familiar seu, que tem esse desejo, você deve expressar isso nesse momento, para que isso dê continuidade para a vida seguir. Temos um protocolo bem embasado, bem instituído sobre o diagnóstico da morte encefálica. Esse diagnóstico é seguro, feito por dois médicos, em momentos diferentes, e ainda com um método gráfico, que é um exame de imagem cerebral para que a gente mostre o que aquilo realmente é”, explicou o médico intensivista do HSJB, Romão Precioso Silva.

 

A enfermeira Daniela acrescenta que nas situações de diagnóstico de morte encefálica é feito um trabalho de educação com profissionais da saúde e de modo geral, além das famílias.

 

“É muito importante você se conscientizar, porque qualquer um de nós, em algum momento de nossas vidas, podemos necessitar de um órgão ou tecido. Que a pessoa mude seu conceito, pense em relação à doação de órgãos e tecidos, porque um ‘sim’ de uma família muda a vida de uma pessoa, vai fazer a diferença na vida de alguém. Um único doador ele pode ajudar a salvar até oito vidas com os órgãos, e melhorar a qualidade de vida de cerca de 50 pessoas”, disse Daniela.


Fonte: Secom/PMVR

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